quarta-feira, 1 de maio de 2013

Aprendi.


domingo, 17 de março de 2013

Procura-se mecânica.

    O que me chateia é a falta de atenção. Atenção não são beijos. Sexo. Muito menos dizer "eu te amo". Hoje, essas três palavrinhas M Á G I C A S, são USADAS para solucionar qualquer "defeito", erro ou problema. Como dizia minha querida avó, "tapar o sol com a peneira". As pessoas não sabem conjugar o verbo, identificar os sujeitos. Na frase "eu te amo", o pronome "te" deveria ser substituído pelo "me". Nada contra amor próprio, pelo contrário, sou ferrenha defensora. Egoísmo é que é o problema. Se os sujeitos não se encontram, imagina só, conjugar o verbo. Eu sei, como sei, não é fácil. Então, tente outro verbo, outras frases, nas piores outro sujeito.
    Amar vem de vários verbos, respeitar, confidenciar, compartilhar, compreender, somada a várias palavras, como carinho, amizade, cumplicidade. Se você não conjugou os primeiros verbos, não conhece as palavras, nem tente conjugar amar. Tente outra vez, mas comece do início. 
    É como dizem, "amor é a gasolina", que de nada vale, se não houver o motor, as rodas e todo o resto. Sei que tem tanta gente que me ama, mas me perdoe, meu tanque já está completo, longe de mim rejeitar amor, mas venha com todo o resto. Só a gasolina já não me move mais. Preciso da força do motor, do alicerce e movimento das rodas, o conforto dos bancos, o calor do aquecedor. Se for para me amar me ame por inteiro. É que ser sempre o carro completo vem me desgastando, quero sim ser, sou, gasolina, motor, roda e até step. Mas seja também, de eu te amo meu motor já está engasgado.
No fim acho que estou precisando de manutenção, talvez eu esteja quebrada. 

quinta-feira, 7 de março de 2013

A minha história.

    Dizem por aí que a vida é um ciclo. Dizem. A minha trata-se de uma coleção. Uma coleção de volumes. 
    Bem, cada livro, volume, tem lá a suas paixões, dramas e até crimes. Outros mais, outros menos. Sei que alguns deles são chatos e até entediantes. Em compensação sei que tem aquele bem divertido. Tem uns que a gente lê com coração na mão, esperando pela vitória da mocinha. No final é uma droga, péssimo, ela sofre, faz burrada, e a sensação que temos é que aquela história acaba ali, assim, meio triste mesmo. De repente..." Tchanam", lança-se um novo livro, com uma história inédita pela frente. 
    Sei que existe um editor, lá em cima. Mas a protagonista tem total livre arbítrio. Tem vilões, coadjuvantes, protagonistas e figurantes. Tem romance, drama, paixão e comédia. Comédia, tem sim que ser divertido viver.  
    Acredito que encerrei mais um volume. Nenhum best seller, mas na minha humilde opinião, muito bom. Com várias participações, umas especiais outras nem tanto. PARTICIPAÇÕES. Logo nesse  novo volume não entram mais. É fato que pro novo que vem surgindo, novas chegaram, até então super especiais, vivo conversando com editor, pra quem sabe ele permitir se tornarem protagonista também. 
    É, tem o mocinho. Que as vezes até se torna vilão. Mas quem é que disse que meu papel é exclusivamente de ser a mocinha?! A verdade, verdade mesmo, é que do volume anterior pra cá, a história deixou de ser só minha, dizem que a gora é nossa. Gosto disso. 
    Sei que tem gente que acompanha minha história. Gente que torce. Outros que leram algum volume e não gostaram, logo nem querem saber da coleção. Não querem um momento que dirá uma vida. E tem gente, gente que nunca leu e não se interessa. Isso não importa, tem tanta história boa esperando para ser lida por aí. 
    Tenho muitos planos para esse mais novo volume, apenas planos, não o roteiro. Sei que meus planos devem coincidir com os do meu editor. Mas se vale adiantar os meus, são ótimos. 
    Vem aí mais um novo capítulo, uma nova história, da minha coleção, da minha vida... AGUARDEM!!!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Troque a lente


Há dias venho tentando escrever. Digitar quaisquer palavras. Rabiscar qualquer poema. Nada sai. Os textos no caderno novo, do semestre atual, nenhum é meu. Nenhuma música nova me agrada. A playlist mais tocada são canções antigas. Parei no tempo. Parei? A verdade é que muita coisa mudou desde os últimos textos. Mudou não, se reafirmou. É que fica chato dizer, escrever sempre a mesma coisa. Daí eu percebi que o que eu sempre queria chegou. Levei um tempo pra enxergar, aceitar. E quem sabe escrever sobre conquistas do que apenas desejos. Maturidade talvez seja a palavra.
Tenho que admitir, que além dessa possível maturidade, uma infantilidade me trava. Medo. Ando neurótica. Me apego em santos e orações.  Alguém me disse: quanto menos melhor. Menos saber de mim. Bom, se isso é verdade, você não deveria estar lendo esse texto, e minha conta no facebook deveria ser cancelada. É fato que grandes males se dão por conta disso. Mas atribuir a maioria dos desacertos da minha vida a isso já é de mais.
O medo tamanho é devido a tanto que me custou. Tanto de mim. Por tudo que passei. E que por isso conquistei. Acredito sim, que mau olhado pega. Praga atinge. E desejos ruins se realizam. Quando a gente permite. Quando a fé é pouca. E o nosso medo passa a ser aliado do mal. Da dor. Por tão pouco existe inveja.  Praguejar a vida alheia é mais fácil que buscar a própria felicidade.
Perdi pessoas. Por tanto medo prejudiquei relacionamentos meus. Vi que a fé era pouca. Pedi. Pois aquele que tudo vê, sabe, sabe do meu amor. Da minha luta. Fraquejei eu sei. Mas ele deu-me forças. E quem tinha que ficar ficou. Quem tinha que voltar, voltou. E quem não fazia bem se foi. E através da minha fé peço todas as noites que tudo isso que conquistei seja protegido. Protegido de todo mal. (AMÉM)
Tudo depende de nós. Da nossa fé. Seja em Deus. Seja no amor. Seja em nós mesmo. Fé no bem. Fé em como enxergamos cada situação.  Posso ter o melhor namorado do mundo, ele será o pior se eu quiser enxergar. O dia está lindo e só vejo cinza. Estou cercada de soluções, mas meus olhos só encontram problemas. Tudo depende de como você encara a vida. A gente vê aquilo que queremos enxergar. Eu via inveja e sofri pela inveja. Por tanto medo de perder até perdi. Abri os olhos... a tempo. Agora quero ver paz, amor e proteção.
Troquei a lente do medo pela lente da fé. Fé que por mais que tentem me derrubar, minha fé, me segura.


"Quem Deus abençoa, ninguém amaldiçoa."

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

FELIZ aniversário.


Tenho 21 anos. TENHO 21 ANOS. Meu Deus, lembro dos 15 como se fosse ontem.  Obrigada papai do céu por ter chegado até aqui. Com tanta história pra contar, tanta que criei até um blog. HAHAHAHHA' Qualquer um que me conhece bem sabe a minha fissura com aniversários, natais e datas comemorativas.  Muita gente acha graça, a maioria bobagem, outras ignoram. Olha, amigos e afins, não é por que eu gosto tanto assim que acho que vocês tenham que gostar também.
Vivemos nesse corre-corre, assustamos já é natal, piscamos e já estamos dançando quadrilha. Nessa correria da vida, posso afirmar pra maioria, que deixamos abraços pra trás, carinhos, afeto. Não por falta de amor, mas por falta de tempo. Que se tivesse pra vender, seria o bem mais caro do mundo.

Trabalhamos, trabalhamos e trabalhamos. Construímos patrimônios  imensos. Buscamos nossa tão sonhada vida estável. O problema é essa estabilidade só.  Casas lindas e vazias. Contas bancárias cheias, e ninguém para presentear. Cadê gente, os natais fantásticos, aqueles que fica cheio de histórias pra contar, cadê família reunida? Cadê? Cadê os aniversários com chapeuzinhos, com brigadeiros, que foram feitos provavelmente por meninas que passaram o dia se divertido sujando a mão de manteiga e comendo raspa de chocolate na panela? Aposto que manteiga e brigadeiro é melhor que qualquer hidratante importado por aí.
Gosto de abraço, de mensagens nas redes sociais. De ligações. De presentes. De surpresa. DE PRESENÇA. Gosto de amor. Carinho. Sorriso. Como dizem "de um exército de gente feliz". Gosto de gostar disso. E isso, de mim ninguém tira. 
Obrigada por cada abraço. Cada recadinho. Cada telefonema, presente. Cada carinho. Impossível descrever em palavras a alegria que ainda toma conta de mim. É tão bom começar mais um ano de vida assim. E que venha os 22.  E que o percurso até ele, seja tão maravilhoso quando foi meu dia 05/12/2012. 



terça-feira, 13 de novembro de 2012

Tem dias.


Não me peça para explicar.  Talvez seja por que acordei com pé esquerdo, ou tenha passado de baixo da escada no dia anterior. Será que vi um gato preto e não lembro? O fato é que não sei explicar exatamente o porquê. Mas tem dias que acordo de ovo virado. Indignada. E se me permite dizer até insatisfeita.
Minha tia costuma dizer que vou enfartar se não parar com essa mania chata de me desesperar com as coisas.  Quando no fundo está tudo controlado na medida do possível. O problema maior é que eu insisto em achar que posso controlar tudo. Logo o problema está em mim, não nos outros.
Se vocês analisarem bem, está tudo “normal”. Tenho quase 21 anos. Adoro meu trabalho. Faço o curso que gosto na faculdade. Tenho um namorado e nos damos super bem. Tenho alguns amigos, nem tantos, mas os fundamentais. Meu corpo não é o mais bonito, nem o mais feio. E se vale citar gosto do meu cabelo. Meu pai me defende do mundo. Eu e meu irmão nos damos bem e até passamos domingos vendo filmes na sala. Mamãe vive fazendo as comidas que gosto pra quando eu chegar faminta da faculdade.  Tenho um cartão de crédito que não é ilimitado, mas dá pra comprar umas coisinhas que gosto por aí. Bebo bebida alcoólica socialmente, mas não bebo refrigerante. Faço regime de segunda à sexta, mas vivo de sanduíche pizza e chocolate nos finais de semana. Sou boa aluna. Vou à igreja aos domingos, não tanto quanto deveria, mas vou.
Expliquem-me por que os dias indignada e insatisfeita. (?) Tirando a normalidade do texto, nesses dias, me irrita pensar que tenho quase 21 e ainda nem tirei carteira de motorista. Que meu trabalho é ótimo, mas não é na minha área. Que às vezes ainda me chateia ter pedido aquela etapa aberta da UFMG. Que você me irrita profundamente com esses seus atrasos, por mais que eu tenha aprendido a entrar no carro e só dizer “olá”. Não se trata de chatice, eu até já aprendi a começar a me arrumar somente na hora que você marcou estar lá em casa, mas é que o relógio do mundo não funciona a favor do seu.  Amigos, vocês deveriam entender, compreender, da mesma forma que eu já sim, compreendi cada momento de vocês. Telefone funciona para os dois lados, parem de achar que troquei vocês por namorado. Me liguem para perguntar o que de fato esteja acontecendo na minha vida ao invés de concluir coisas absurdas. O meu amigo instrutor vive dizendo para eu criar vergonha acordar mais cedo e ir pra academia, agora que faltam dias pra ir pra praia com namorado me mata saber que meu amigo sempre teve razão. Pai, mãe, foi vocês que se separam, por favor,  sou só a filha mais velha ok?  Augusto cresça e, por favor, ponha a roupa suja no cesto. NO CESTO, isso não significa nos arredores. Por que Deus minha fatura vem tão cara se eu não comprei se quer metade do que eu queria? Celulites por que vocês insistem em aparecer, eu não bebo refrigerante PORRA. (?) Papai do céu, sei que fiz aquela promessa de chocolate, mas da pra liberar leite com tody?

Pensando bem, deve ser só TPM.