terça-feira, 12 de junho de 2012

Teoria da Retribuição



De todas as teorias que crio talvez seja essa a que mais tenho apreço.  Lembrando que, são minhas e pra mim. Tenho meu próprio código que rege as minhas próprias condutas. Não é fácil ser Juiz de si mesmo. A maioria das leis são feitas para que crimes (lê-se erros) não sejam cometidos. E quando são. . . Bom, quando são há de se convir que eu deva ser severamente punida, uma vez que criei toda uma teoria para que estes não viessem ocorrer.
Da data do fato, até a denúncia - sim denúncia, demora um tempo para eu assumir que de fato errei – eu fujo, me escondo, tento achar uma saída ou uma justificação. Venho confessar que não gosto de assumir. Não gosto mesmo. E aí vem a sentença e minha punição. Por que no meu caso não será permitido reincidência.
O difícil dessa teoria toda é a aplicação. Já que vivo em concurso de pessoas, é difícil aplicar, em meio a tanta gente fazendo parte da minha vida.  (Nem tanta gente assim, diria um amigo meu).
Criei minha teoria da retribuição. Roubei um pouquinho da filosofia de Kant, algumas coisas dos meus livros dos romances da estante, outras do chato e viciante Direito Penal. Roubei até um pouco das filosofias clichês que vejo por aí. Tem como fundamento a famosa frase “Não espere de mim mais do que recebo de você”. (Eu disse que era clichê). Mas não leve ao pé da letra. Como diria esse mesmo amigo meu, minha retribuição não é tão fácil assim. Coisas de coração de Pedra.
       Sobre esse amigo criei um artigo especial - só pra você: - Você por muitas vezes foi cúmplice, partícipe e algumas vezes até autor. Retribuo tudo lhe entregando minha menina de branco. Tendo como requisitos, cuidar, amar e respeitar sempre. Em caso de descumprimento, estabeleço pena de 20 anos em reclusão. Crime imprescritível e inafiançável. Proibido reincidência.  Vale lembrar que sempre será pecado te perder. Samuel ministro do meu STF falou, portanto não desobedeça. Por que agora realejos e ancestrais permitem nosso amor, nosso amor de irmão.
Tem gente por aí que não merece retribuição. Não é só ir lá e fazer uma boa ação. É necessário pluralidade de condutas, bom coração e merecimento. São pré-requisitos básicos. E por muitos sou vista como chata, crítica e antipática e de fato sou, pra você que não merece. Logo, sou eu apenas retribuindo.
Sobre você, temos um impasse. Venho me condenando. Condenando por permitir que você tenha quebrado algumas regras. Por ter destruídos emendas que faço e desfaço no decorrer do meu código. Das mais recentes cheguei até a dizer aqui. Reforcei a segurança do palácio, devido na torre mais alta, ter algo guardado em uma caixinha. Porque prometi que amor/dor não queria não, independente da proporção. A segurança foi pouca. Ainda não sei se meu coração foi roubado ou conquistado. Logo, ainda não sei como retribuir. Nem sei como, nem sei se devo. Deixo você em período de provas. Deixo-me em períodos de provas. Afinal sou sempre eu a acusada. Não dá pra dar a sentença final, uma vez que a investigação não descobriu sua intenção. Importante lembrar que tal crime prescreve.

. . . E prescreve em pouco tempo.



3 comentários:

  1. Essa é minha garota! Filósofa nata! rsrs
    Parabéens Laurinha, seu blog tá liindo! Ameei!

    Gaby

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  2. Parabeeens Lauraa ! Amei *-----------*

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